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Pix - o que é e regras de como utilizá-lo

Em funcionamento desde o dia 16, os clientes de qualquer instituição financeira cadastrada no BC podem realizar operações como transferência e pagamentos a qualquer hora do dia independente do expediente bancário. Basta ter a chave de endereçamento da pessoa para quem será enviado o dinheiro e o valor cai na conta dela logo em seguida.
 
Mais de 677 bancos, fintechs e cooperativas já estão cadastradas no Pix e recebendo cadastro de chaves dos clientes que atende.
 
Para cadastrar a chave de identificação, basta acessar o aplicativo do banco onde você possui conta, procurar o espaço onde está a seção Pix e fazer o registro vinculando número de celular, e-mail, CPF/CNPJ, ou um EVP, uma sequência alfanumérica de 32 dígitos que possibilitará a criação do QR Code e evita que suas informações sejam passadas a desconhecidos.
 
Esses dados ficarão registrados em uma plataforma operada pelo Banco Central, o Diretório Identificador de Contas Transacionais (CICT).
 
As transações poderão ser feitas por meio de QR code, ou com base na chave cadastrada pelo cliente (celular, e-mail, CPF/CNPJ, ou EVP). E não será necessário ter conta em banco para realizar transferências. Nesse caso, o cliente deverá ter uma carteira digital do PIX.
 
Os bancos estão proibidos, pelo menos neste primeiro momento, de cobrarem tarifas para pessoas físicas e MEIs. O BC deixou em aberto a possibilidade de cobrança de tarifas no caso de operações envolvendo empresas, mas isso ficará sob critério dos bancos.
 
Sem limite de valor entre as transações até o momento, os bancos poderão eventualmente estabelecer um valor máximo de pagamentos e transferências como forma de diminuir o risco de fraudes . A tendência é que os bancos sigam os critérios estabelecidos em operações TED e DOC.